"Se você desiste, eles desistem: pelo fim do aquecimento global". Essa é a frase de apelo da nova campanha da Quercus, associação de conservação da natureza que atua em Portugal desde 1985.
A intenção da ONG com o vídeo, forte e provocador, é mostrar que precisamos agir o quanto antes para evitar um colapso ambiental. Não desista você também!
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Quanto aumentou a emissão de gases do efeito estufa
Por volta de 1750, quando a Revolução Industrial começava a ganhar impulso, o ar continha dióxido de carbono (gás carbônico) na proporção de 280 partes por milhão (ppm). Agora ele se aproxima das 360 ppm, um aumento em torno de 30%. O IPCC calcula que, mesmo se as emissões anuais se mantiverem constantes nos níveis de 1994, durante cem anos, as concentrações de CO2 ainda atingiriam 500 ppm no ano 2100, dobrando o nível existente antes da Revolução Industrial. E podem até atingir os 700 ppm.
As análises do ar aprisionado em camadas profundas de gelo mostram que, no auge do último período glacial, há 20 mil anos, as concentrações de CO2 eram cerca de 40% menores que as do nível pré-industrial.
E os níveis de metano mais que duplicaram desde os tempos pré-industriais. Concentrações de nitrogênio aumentaram cerca de 8%. E todos os halocarbonos forma adicionados à atmosfera nas últimas décadas.
Cientistas crêem que o aumento de CO2 seja responsável por 60% do maior aquecimento, tipo estufa, detectado até agora.
E porque o efeito do CO2 é tão grande, a maior parte das preocupações concentra-se nele. A Humanidade despeja 7 bilhões de toneladas de gás carbônico na atmosfera a cada ano: 5 a 6 bilhões de toneladas com a queima de combustíveis minerais, a produção de cimento e outras atividades que produzem gases, e de 1 a 6 bilhões de toneladas com o desmatamento e as queimadas. Como cerca de 760 bilhões de toneladas já se encontram na atmosfera, quer dizer que o acréscimo é de 1% ao ano, embora recentes índices de aumento sejam ainda maiores.
Fonte:
http://www.profcupido.hpg.ig.com.br/quanto_aumentou_a_emissao_de_gas.htm
Saiba um pouco mais sobre o Lixão e os Aterros Sanitários
| Lixão x Aterro |
De acordo com a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico realizada pelo IBGE em 2000, coleta-se no Brasil diariamente 125,281 mil toneladas de resíduos domiciliares e 52,8% dos municípios Brasileiros dispõe seus resíduos em lixões.
Você sabe a diferença entre lixão, aterro controlado e aterro sanitário?
Um lixão é uma área de disposição final de resíduos sólidos sem nenhuma preparação anterior do solo. Não tem nenhum sistema de tratamento de efluentes líquidos - o chorume (líquido preto que escorre do lixo). Este penetra pela terra levando substancias contaminantes para o solo e para o lençol freático. Moscas, pássaros e ratos convivem com o lixo livremente no lixão a céu aberto, e pior ainda, crianças, adolescentes e adultos catam comida e materiais recicláveis para vender. No lixão o lixo fica exposto sem nenhum procedimento que evite as conseqüências ambientais e sociais negativas.
Já o aterro controlado é uma fase intermediária entre o lixão e o aterro sanitário. Normalmente é uma célula adjacente ao lixão que foi remediado, ou seja, que recebeu cobertura de argila, e grama (idealmente selado com manta impermeável para proteger a pilha da água de chuva) e captação de chorume e gás. Esta célula adjacente é preparada para receber resíduos com uma impermeabilização com manta e tem uma operação que procura dar conta dos impactos negativos tais como a cobertura diária da pilha de lixo com terra ou outro material disponível como forração ou saibro. Tem também recirculação do chorume que é coletado e levado para cima da pilha de lixo, diminuindo a sua absorção pela terra ou eventuamente outro tipo de tratamento para o chorume como uma estação de tratamento para este efluente.
Mas a disposição adequada dos resíduos sólidos urbanos é o aterro sanitário que antes de iniciar a disposição do lixo teve o terreno preparado previamente com o nivelamento de terra e com o selamento da base com argila e mantas de PVC, esta extremamente resistente. Desta forma, com essa impermeabilização do solo, o lençol freático não será contaminado pelo chorume. Este é coletado através de drenos de PEAD, encaminhados para o poço de acumulação de onde, nos seis primeiros meses de operação é recirculado sobre a massa de lixo aterrada. Depois desses seis meses, quando a vazão e os parâmetros já são adequados para tratamento, o chorume acumulado será encaminhado para a estação de tratamento de efluentes. A operação do aterro sanitário, assim como a do aterro controlado prevê a cobertura diária do lixo, não ocorrendo a proliferação de vetores, mau cheiro e poluição visual.
O estado do Rio de janeiro é composto por 92 Municípios, em resíduos sólidos, se encontra com:
- 04 Aterros Sanitários Licenciados:
Rio das Ostras, Nova Iguaçu, Piraí, Macaé;
- 13 Aterros “Controlados”:
Angra dos Reis, Caxias (Gramacho), Nova Friburgo, Resende, Teresópolis, Barra do Piraí, Rio Bonito, Santa Maria Madalena, Petrópolis, Miracema, Maricá, Porciúncula, Natividade;
- 06 Aterros Sanitários em Licenciamento:
Macaé (novo), Rio de Janeiro (Paciência), Nova Friburgo (novo), Paracambi, São Pedro da Aldeia, Campos;
- 4 Unidades de Triagem e Compostagem em fase de implantação;
- 53 Unidades de Triagem e Compostagem implantadas, desde 1977, sendo que 26 unidades operando normalmente;
fonte:http://www.lixo.com.br
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